kkkkkkkk
Meu mundo, minhas palavras, meu cantinho egoísta aonde eu vou postar sobre meus pensamentos e minhas opiniões.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
20 Maneiras de irritar seu professor
• Quando ele explicar alguma coisa, diga: “Isso é o que você pensa!”
• Combine com toda a turma de quando o professor sentar na cadeira, todos levantarem.
• Na hora da chamada, quando o professor falar seu nome, responda: Morreu!
Quando o professor mandar você parar de conversar, fale: “Calma professor… o papo é sério!”
• Quando tiver todo mundo quieto diga: “Béééh” (imitando uma ovelha).
• Quando for trocar de professor, molhe um giz e risque o quadro inteiro. Ai quando ele tentar apagar num vai conseguir.
• Antes de começar a prova, combine com todos de dar as mãos e rezar o Pai Nosso.
• Derrube a caneta perto dele e quando ele for pegar grite: “Hey! É minha!”
• Quando te xingarem perto dele diga “Ao menos eu não sou professor!”
• Diga a ele durante a prova que quer socializar conhecimento com seus colegas.
• Encha a hélice do ventilador de pó de giz na hora do intervalo e peça para o professor ligar quando estiver chegando.
• Junte uma galera, e na hora que você for jogar algo no lixo, faça todo mundo ir junto.
• Bote o seu celular para carregar na tomada da sala.
• Quando o professor tiver fazendo chamada, peça para ele falar seu nome todo pra ver se é você mesmo.
• No meio da aula levanta e vai abrir a porta, depois pergunta se ninguém ouviu alguém bater na porta, repita isso 5 vez durante a mesma aula
• Na prova coloca o nome de pessoas famosas ou os nicks de jogos no lugar de por o seu nome, por exemplo: Jesus, Santo Antônio, Pelé, Negão 38cm_cam, etc.
• Fique fazendo barulho de carro e quando o professor mandar parar, pare, mas sem esquecer o barulho do freio!
• Coloque o celular com um barulho irritante em um lugar bem escondido da sala. Aí quando estiver silencioso pede pra alguém ligar.
• Fale que esqueceu o livro, ou o caderno e quando estiver no final da aula grite: “Achei!” e depois mostre para ele.
• Ligue e desligue a luz umas 5 vezes, e depois fale bem alto: “Agora entendi!”
Vi isso no Não Salvo que viu no Sorridentes
• Combine com toda a turma de quando o professor sentar na cadeira, todos levantarem.
• Na hora da chamada, quando o professor falar seu nome, responda: Morreu!
Quando o professor mandar você parar de conversar, fale: “Calma professor… o papo é sério!”
• Quando tiver todo mundo quieto diga: “Béééh” (imitando uma ovelha).
• Quando for trocar de professor, molhe um giz e risque o quadro inteiro. Ai quando ele tentar apagar num vai conseguir.
• Antes de começar a prova, combine com todos de dar as mãos e rezar o Pai Nosso.
• Derrube a caneta perto dele e quando ele for pegar grite: “Hey! É minha!”
• Quando te xingarem perto dele diga “Ao menos eu não sou professor!”
• Diga a ele durante a prova que quer socializar conhecimento com seus colegas.
• Encha a hélice do ventilador de pó de giz na hora do intervalo e peça para o professor ligar quando estiver chegando.
• Junte uma galera, e na hora que você for jogar algo no lixo, faça todo mundo ir junto.
• Bote o seu celular para carregar na tomada da sala.
• Quando o professor tiver fazendo chamada, peça para ele falar seu nome todo pra ver se é você mesmo.
• No meio da aula levanta e vai abrir a porta, depois pergunta se ninguém ouviu alguém bater na porta, repita isso 5 vez durante a mesma aula
• Na prova coloca o nome de pessoas famosas ou os nicks de jogos no lugar de por o seu nome, por exemplo: Jesus, Santo Antônio, Pelé, Negão 38cm_cam, etc.
• Fique fazendo barulho de carro e quando o professor mandar parar, pare, mas sem esquecer o barulho do freio!
• Coloque o celular com um barulho irritante em um lugar bem escondido da sala. Aí quando estiver silencioso pede pra alguém ligar.
• Fale que esqueceu o livro, ou o caderno e quando estiver no final da aula grite: “Achei!” e depois mostre para ele.
• Ligue e desligue a luz umas 5 vezes, e depois fale bem alto: “Agora entendi!”
Vi isso no Não Salvo que viu no Sorridentes
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Fanfic - Os Vampiros do Rio Douro.
Os personagens aqui apresentados, não foram criados por mim, são do escritor André Vianco, e deixo claro aqui que não estou ganhando nada em cima disso, é apenas uma forma de homenagear o autor.
Coração Gelado
Coração Gelado
Guilherme estava bravo, na verdade estava furioso com o acontecera durante as horas de Sol.
-Estes humanos inúteis, se acham que irei deixar isto barato, estão muito enganados! – Guilherme chutava alguns pedaços de madeira queimada que estavam no chão, pelo jeito que deixaram a vila onde moravam os empregados, não havia sido Tobia o causador de tudo aquilo, provavelmente alguns camponeses que se encheram de coragem durante o dia e resolveram ‘organizar’ um ataque.
Guilherme olhou pra cima, para o céu, uma noite fria, como todas eram desde que ele ganhara o seu dom maldito, não poderia simplesmente ignorar tudo aquilo, não conseguiria. Os outros vampiros olhavam a cena com raiva nos olhos, mas não se manifestavam.
- Irmãos, irei procurar o gajo que teve ousadia de fazer esta algazarra aqui! Irão comigo? – Disse Guilherme encarando seus irmãos, seus caninos pontiagudos se destacavam-se em sua boca, e seus olhos brilhavam vermelhos como brasas.
-Irmão sabes muito bem que isso só irá piorar a nossa situação, só ira provocar mais a ira dos humanos contra nós. – Disse Miguel, o vampiro Gentil, tentando acalmar a situação de alguma forma, na grande maioria das vezes ele parecia ser o único a pensar.
-HAHA! Só poderia ser o maricas do meu irmão, sempre defendendo o lado mais fraco, odeio admitir, mas Inverno esta certo, não podemos deixa que essa afronta passe em branco! Vamos até a aldeia responsável e faremos a mesma coisa, ou até mais. – Disse Sétimo com um sorriso maldoso no rosto, seus olhos brilhavam como o de uma criança que espera do presente de Natal.
-Então tratemos de ir logo! Quem mais ira conosco? O Maricas ali tenho certeza que não ira. – Disse Inverno apontando para Gentil.
-Eu irei, não vou deixar o Cara-de-Bacalhau ficar com toda diversão! – Disse Baptista.
-Eu também! – Agora quem falou foi Manuel, o Vampiro que acordava os mortos.
Guilherme tomou a frente, como sempre fazia e sem esforço nenhum pulou para cima do muro com um gato.
– Ora Gajos! Iram ficar ai? – Logo depois de fazer a pergunta pulou para o outro lado e caiu sem fazer nenhum ruído.
Logo foi seguido pelos outros.
Para a sorte dos vampiros e o azar do humanos a aldeia não ficava longe do castelo. Ao chegarem, os vampiros não foram notados, estavam ocupados demais com a festa que estavam fazendo, estavam todos comemorando a aparente vitoria sobre os Malditos do Rio D’ouro.
- Estes humanos estão perdendo o respeito, agora fazem festa durante a noite – Disse Baptista olhando a algazarra feita pelos humanos.
Todos eles, Guilherme, Sétimo, Baptista e Manuel saíram das sombras, fazendo que os humanos vissem os quatro homens de olhos vermelhos feito brasas e pele pálida feito neve.
Um dos aldeões se destacou no meio da multidão com uma foice na mão.
-Voltem para o Infernos! Malditos Sanguessugas! - Disse o homem apontando a foice para Sétimo, na inútil tentativa de amedrontá-lo.
O vampiro riu.
-Ora, realmente acha que iria me causar algum medo com isso? – Sétimo disse isso enquanto quebrava a foice ao meio sem demonstrar menos esforço, o homem ficou paralisado, a ultima coisa que viu foi a gargalhada de Sétimo, que logo após arrancou a cabeça do pobre homem usando a mesma foice que minutos antes ele tinha tentado usar para ameaçar o vampiro.
Inverno levantou um homem pelo pescoço, queria saber quem era o maldito humano que tinha feito aquilo a seu castelo.
-Quem foi o responsável pelo o que fizeram ao meu castelo?! – Inverno estava com os olhos vermelho, demonstrava tanta fúria em suas palavras, que até Manuel e Baptista deram um passo para traz.
- Fo-foi o... o – Disse o homem tentando tomar fôlego para falar.
-O quem? Diga logo ô pá! – Agora foi a vez de Baptista falar.
-O... o João... ele que – o homem fez mais uma pausa para respirar, Guilherme vendo que se continuasse a apertar a garganta do pobre coitado acabaria por ficar noite toda para saber tudo o que o humano tinha a dizer, então afrouxou um pouco a mão - Ele que... que comanda essas coisas por aqui.
-Onde fica a casa dele?
-É aquela ali – Disse outro homem apontando a ultima casa do vilarejo, apesar de simples, era a maior dali.
Inverno jogou longe o homem que estava segurando, como se o mesmo não passassem de um boneco.
-Vocês – Disse Inverno olhando para os irmãos. – Acabem com tudo, matem todos e coloquem fogo nas casas, isso ficara como aviso aos próximos humanos que tentarem atacar o castelo novamente.
-E tu? O que vai fazer? – Disse Acordador.
-Eu, eu irei atrás do maldito responsável por tudo isso. – O vampiro foi em direção a casa, abriu a porta, cheiro de medo, conseguiria sentir, era um mulher, e um bebê.
-Que-quem é você?
-Digamos que vim em busca de justiça – O vampiro olhou para o lado de onde vinha a voz, a mulher estava em baixo da mesa, com o bebê que dormia tranquilamente em seus braços, Guilherme deixou seus olhos brilharem. A mulher soltou um grito ao ver que o homem era um vampiro, e um maior ainda ao ver que o maldito tinha lhe tirado a criança dos braços e agora segurava o garoto pelo pé.
-Devolva meu bebê, por favor – A voz da mulher se misturava ao pranto.
-A claro, você vai poder ficar com ele... – Inverno pagou os olhos e segurou o bebê direito nos braços – No inferno! – Disse ele enquanto arrancava a cabeça do bebê.
Depois de matar os dois que estavam na casa, saiu, e viu seus irmãos em festa e a aldeia tomada por fogo, os gritos de desespero eram musica aos seus ouvidos, não tinha conseguido pegar o maldito responsável por tal afronta, mas havia deixa um marca que não se apagaria tão cedo, uma marca de feita com fogo e sangue.
Agora voltaria para seu castelo com mais um vitoria, e com mais alguma um motivo para que temessem os Sete vampiros do Rio D’ouro, Os Sete Malditos vampiros do Rio D’ouro.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
O turno da noite
A televisão brasileira é horrivel não é muito boa. Certo?
Certo.
E ela não tem mais jeito. Certo?
Errado.
O escritor brasileiro André Vianco lançou uma luz no fim desse tunel, e essa luz tem nome e sobrenome, se chama "O turno da Noite".
Pra quem não sabe O turno da noite (ou OTN para os mais intimos) é um livro de literatura fantastica do mesmo escritor, o tema principal do livro são vampiros quase bonzinhos que se dispoem a caçar bandidos.
O mais legal do livro, e agora da serie é que ela se passa em São Paulo.
Tá, vou parar de falar logo e colocar o video ai pra vocês.
Daora não?
Em breve mais uma serie ai pra vocês.
Certo.
E ela não tem mais jeito. Certo?
Errado.
O escritor brasileiro André Vianco lançou uma luz no fim desse tunel, e essa luz tem nome e sobrenome, se chama "O turno da Noite".
Pra quem não sabe O turno da noite (ou OTN para os mais intimos) é um livro de literatura fantastica do mesmo escritor, o tema principal do livro são vampiros quase bonzinhos que se dispoem a caçar bandidos.
O mais legal do livro, e agora da serie é que ela se passa em São Paulo.
Tá, vou parar de falar logo e colocar o video ai pra vocês.
Daora não?
Em breve mais uma serie ai pra vocês.
Eu ri
domingo, 5 de dezembro de 2010
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